Puxa, puxa!!! Nessas férias prometi a mim mesma assistir todos os filmes que me indicaram (tá, nem todos) e os filmes que por vontade própria estava com vontade de ver, mas que devido as trocentas bilhões de afazeres nunca tinha tempo de vê-los. Pois bem...fazia tanto tempo que não tinha tempo livre pra isso que esqueci do meu pequeno probleminha com ficções - eu acredito nelas! Se vejo um filme de espionagem, sou tomada por um ar de agente secreta, que sou capaz de desconfiar dos meus pais, achar que meu quarda-chuva é uma arma e acreditar que posso fazer todos aqueles jogos corporais que só são possíveis com muitos efeitos especiais. Acredito que, talvez, apanhar até sangrar não doua tanto quanto parece e que alguns tiros não fazem mal a ninguém! Se o filme é cheio de fantasias e magias, começo a imaginar que talvez o mundo não seja tão sério quanto parece e que há (tem que haver) muitos mistérios e segredos escondidos a sete chaves, os quais podem ser descobertos (por que não?) por mim. Oh, e isso envolveria grandes aventuras!!! Por outro lado, se o filme for de romance (e esse é sem dúvidas o pior de todos) aí os devaneios tomam conta de uma forma extraordinária. Enquanto nos outros casos o efeito dura algumas horas, nesse, em especial, pode durar semanas ... tudo depende de quão baixo o filme jogou! Sonhos, desejos, as fantasias mais profundas, aquela que achava que ninguém deveria ter igual, de repente estão ali, sendo dramatizada por atores famosos, sendo visualizada por grande parte do mundo. O faz de conta torna-se quase que palpável e o que parecia impossível já não se apresenta tão distante assim. O final feliz vem com a promessa de sempre chegar. E o pra sempre promete nunca acabar. Acredo! Me vejo na personagem principal da trama, que começa com uma vida igual a minha - normal; e que termina igual aos meus sonhos. Imaginar é bom...é livre! O decepcionante é quando os créditos sobem, e fico parada, vendo aquelas letras sem sentido algum (naquele momento) subirem...Percebo, então, que o filme acabou e minha realidade apenas começou.
Novamente!

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